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A força da imagem

Correa Neves Junior (centro) fala aos conselheiros sobre a força da imagem
Na manhã de 31 de março, regada a salgados, quitutes, café, sucos e muita discussão sobre fotojornalismo, foi realizada a segunda reunião do Conselho de Leitores do GCN Comunicação. O encontro na sede da empresa foi um pouco diferente do convencional. Em vez das discussões sobre a produção jornalística dos veículos do grupo, o jornalista Corrêa Neves Júnior decidiu apresentar aos conselheiros a palestra A força da imagem, a mesma que havia exposto no dia anterior para professores de escolas parceiras do projeto Jornal Escola, desenvolvido pelo Comércio da Franca. Ao fazê-lo, conseguiu atingir seu objetivo: levar os conselheiros a refletirem sobre a importância da publicação de fotos, mesmo as mais impactantes ou desagradáveis de se ver. “Tivemos uma verdadeira aula de história e de história do jornalismo”, disse o advogado Éder Brazão.
Júnior revisitou, por meio de imagens marcantes, momentos históricos mundiais, como a Guerra do Vietnã (1972) e o assassinato do ex-presidente dos Estados Unidos John Kennedy (1963), relembrou casos marcantes em Franca, como a denúncia de pedofilia contra o padre José Afonso Dé (2010), e acidentes de trânsito com mortes na região. O jornalista explicou aos conselheiros que as fotos, como a de uma menina correndo após sofrer queimaduras provocadas por uma agente químico no Vietnã, foram publicadas pelos mais importantes jornais do mundo. São imagens que permitem uma leitura histórica dos fatos. “Os Estados Unidos saíram do Vietnã a partir da publicação da foto da menina queimada com agentes químicos após reprovação das pessoas porque pregava-se que não estavam sendo usados agentes químicos”, disse Júnior.
O jornalista comentou também imagens publicadas pelo Comércio. A motivação para esta exposição surgiu a partir do grande volume de críticas de parte dos conselheiros a respeito da publicação de uma foto na capa da edição do dia 28 de fevereiro de 2012. Uma jovem de 19 anos aparece ao volante do seu carro cabisbaixa e com os braços ensanguentados. A imagem foi feita pelo fotógrafo Dirceu Garcia momentos após um violento acidente. Ao lado da motorista, no banco do passageiro, está deitada sua avó, a dona de casa Aleida André Machado, 73, morta no acidente. A idosa não foi a única vítima. A motorista invadiu a pista contrária na rodovia Ronan Rocha e atingiu o sapateiro Michel Eduardo Ferreira, 18, que estava de moto e também morreu na hora.
Júnior exibiu a capa e indagou os conselheiros: “Por que essa foto incomoda tanto?” Para ele, a plástica da foto não é determinante e o que incomoda é a realidade, o fato em si. “Vocês não gostam que o jornal esfregue na cara o que está acontecendo. Mas é a realidade. Não é a foto que desagrada. O que incomoda é pensar que aquilo pode acontecer. É preciso refletir sobre isso. Não precisa concordar comigo, mas tem que refletir.”
O jornalista ressaltou que o Comércio publicou outras fotos impactantes, como a que o ex-ditador da Líbia, Muamar Kadhafi, aparece morto ensanguentado e a de um monge tibetano com o corpo em chamas após se autoimolar durante protesto contra a China na Índia, e não houve críticas dos leitores. “O problema é só quando a foto é daqui, da realidade que todos querem fingir que não existe.”
A conselheira Iraci Bortolato Pereira, que é comerciante, manteve sua desaprovação à publicação da foto. “Mudou alguma coisa na sociedade? A foto chocou muito no dia, mas ninguém está lembrando dela agora. Não percebi mudança porque depois houve muitos acidentes.” Já a psicóloga e psicopedagoga Renata Fuzisawa acredita que a foto pode conscientizar os motoristas sobre os riscos do trânsito e motivar atitudes mais seguras. “Nossa percepção muda, a gente fica mais atento ao dirigir.” O funcionário público Marcel Antônio Santos, da Defesa Civil, vai além e defende a publicação semanal de fotos de impacto como a do referido acidente. “Vejo acidentes assim todos os dias. Se tiver uma foto dessa por semana e se apenas uma pessoa, a partir dela, passar a prestar mais atenção no trânsito, já terá sido válida (a publicação).” O motorista profissional Valdir Alves concorda. “Estou na rua direto e para mim é um tapa na cara [esse tipo de imagens], é uma forma de me conscientizar porque vejo que no trânsito dirijo para outras pessoas. Acho a publicação oportuna.”
Os jornalistas Corrêa Neves Júnior, Sônia Machiavelli e Joelma Ospedal acreditam que, a longo prazo, a publicação desse tipo de material contribuirá para a conscientização das pessoas. “Não é em um ano que as coisas vão mudar. Demora décadas, mas não podemos desistir. A foto suscitou questionamento grande. Ela cumpriu assim o seu papel”, disse Sônia. “Temos publicado várias notícias e fotos de acidentes e parece que não tocam mais as pessoas. Essa foto causou impacto, deu um chacoalhão. É importante chamar a atenção para conseguir levar à reflexão”, disse Joelma.
O empresário Cícero de Oliveira fez um balanço positivo do encontro. “Excelente reunião, muito bem planejada, esclarecimentos perfeitos do Júnior e o ponto alto para mim foi a cantora Billie Holiday interpretando Strange Fruit. Me emocionei muito e fiquei quase sem palavras. Nunca mais esquecerei esse momento em minha vida”, disse ele, referindo-se ao vídeo que Júnior apresentou aos conselheiros. A referida música serviu de inspiração para a Gazetilha publicada no último dia 4 de março. O texto, de autoria de Corrêa Neves Júnior, também discorre sobre a relevância de da publicação de fotos impactantes. (O texto está disponível no portal GCN, aqui). Na reunião, Júnior ainda comentou sobre as amarras legais para publicação de fotos pela imprensa, especialmente de crianças, e também houve espaço para os conselheiros sugerirem pautas e comentar outras coberturas jornalísticas do GCN, como as da editoria de política (leia mais nesta página).
PRESENÇAS
Os conselheiros Adriana Aparecida Garcia, Ana Amélia Ferreira, Cícero de Oliveira, Débora Cristina Carrijo, Éder Silveira Brazão, Iraci Bortolato Pereira, Marcel Antônio Santos, Renata Fuzisawa e Valdir Alves foram recebidos pelo diretor executivo do GCN, Corrêa Neves Júnior, pela presidente do Conselho Consultivo do GCN, Sonia Machiavelli, pela editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal, pelo diretor artístico da Rádio Difusora AM, Everton Lima; e pelo editor de Opinião e gestor de Relações Corporativas, Luiz Neto, para mais um encontro no último dia 31. Os conselheiros Ézio Athayde Souza Júnior, Ronaldo Pereira da Silva e Mariza Barbosa Garcia não compareceram à reunião.
COBERTURA ESPECIAL
A política esteve em pauta. As eleições internas do PSDB e a cobertura das sessões da Câmara Municipal foram aprovadas pelo Conselho de Leitores. Júnior aproveitou para informar o grupo sobre o projeto para cobertura política especial das eleições municipais de 2012 que está sendo elaborado pelo GCN Comunicação. Candidatos de Franca e região serão convidados para sabatinas com jornalistas que serão transmitidas pela Rádio Difusora AM, portal GCN e publicadas em material especial no Comércio e portal GCN. “A cobertura das eleições é como uma Copa do Mundo. Faremos de dez a 12 sabatinas somente com candidatos de Franca porque são cinco a seis candidatos a prefeito e cinco a seis a vice-prefeito”, disse Júnior.
PROMOTOR x JUIZ
O Conselho elogiou a cobertura sobre o caso em que o promotor de Justiça Paulo César Corrêa Borges é acusado pelo juiz José Rodrigues Arimatéa de ter postado cartas anônimas com denúncia forjada de nepotismo contra ele o seu diretor de Serviços, Douglas Quintanilha. “A notícia gerou muito impacto”, comentou a psicopedagoga Renata Fuzisawa.
NOSSAS LETRAS
A publicação de textos, no Caderno Nossas Letras, do vendedor Ronaldo Pereira da Silva rendeu elogios. Ronaldo, integrante do Conselho de Leitores, foi parabenizado pelos colegas do Conselho e o jornal, elogiado por abrir espaço para revelar novos talentos literários da cidade. Ronaldo, no entanto, não participou da reunião. O caderno circula aos sábados nas páginas do Comércio.
Alunos do Grupo Veredas conhecem instalações do GCN

O diretor artístico da rádio, Everton Lima (de roxo), mostra aos alunos detalhes da programação da Difusora AM
Jovens que decidiram abrir mão de uma parte de seu tempo livre para começar a correr atrás de seus sonhos, conheceram ontem, o lugar onde a dedicação e o talento pode lhes levar. Sete alunos do curso de rádio do Grupo Veredas, instituição mantida pelo GCN Comunicação, viram de perto como são feitas as transmissões radiofônicas diretamente dos estúdios da Difusora AM.
O passeio, porém, não se restringiu ao estúdio e os jovens conheceram todas as instalações do GCN, como a redação integrada e o parque gráfico, por exemplo. O professor da turma também serviu de guia para eles. O diretor artístico da rádio, Everton Lima, mostrou com detalhes como funciona o mundo em que um dia todos eles querem fazer parte.
Leitores debatem a fronteira entre o espaço público e o limite privado
Luciano Tortaro
Editor do caderno Local
A tênue fronteira entre o público e o privado em uma empresa de comunicação na maior parte das vezes é incompreensível pelos leitores de um jornal, de um portal de notícias na internet, pelos ouvintes de uma rádio ou pelos espectadores de um telejornal. A dificuldade para esta percepção é inerente à função dos meios de comunicação, que é a de manter a comunidade informada de tudo que acontece à sua volta e servi-la, seja denunciando mazelas do poder público ou abrindo espaço para que expresse sua opinião. Com o advento das redes sociais na web, os meios de comunicação testemunham a ânsia da população para exprimir seu ponto de vista. O fórum de debates, antes restrito à página de opinião dos jornais, hoje ganhou ares ilimitados e atemporais na internet. Comenta-se o quanto e quando desejar. Mas como garantir o direito público de se expressar e, ao mesmo tempo, respeitar os limites legais aos quais está sujeito uma empresa de comunicação no Brasil?
O tema foi amplamente debatido na primeira reunião do Conselho de Leitores 2012 do GCN Comunicação. O encontro aconteceu no dia 11, na sede da empresa. Doze conselheiros – quatro veteranos reconduzidos da formação anterior e oito debutantes – foram recepcionados por diretores do grupo formado pelo jornal Comércio, rádio Difusora AM e Portal GCN (www.gcn.net.br).
Uma sugestão de membros do Conselho 2011 era disponibilizar a opção de “não curtir” nos comentários postados no Portal GCN, assim como existe a possibilidade de “curtir”. O assunto voltou a ser discutido na primeira reunião do grupo de 2012. O conselheiro Éder Brazão, remanescente da formação anterior, defendeu a ideia. Para ele, muitos internautas escrevem disparates que merecem ser “não curtidos”. Para discorrer sobre o tema, o diretor executivo do GCN, o jornalista Corrêa Neves Júnior, citou um painel do qual participou em São Paulo no ano passado. Disse que, no encontro realizado pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), editores de diferentes jornais do País discutiram e apresentaram suas experiências com as redes sociais.
Júnior explicou que toda empresa de comunicação tem regras para publicar opinião em seus veículos, mas nas redes sociais não há o mínimo domínio sobre o que se escreve. “Todo mecanismo que sugira censura tem que ser evitado, mas há que se ter um filtro, para se evitar denúncias infundadas e palavras de baixo calão”, defendeu. O jornalista citou casos de jornais que liberam todos os comentários postados em seus sites e só leem a opinião do leitor após uma possível denúncia sobre excessos. Em casos como esse, se a mensagem for mesmo descomedida, o comentário é excluído. “Outros veículos preferem moderar. Este é nosso caso. Hoje fazemos isso, mas não quer dizer que este seja o caminho para sempre.” Dentro desta postura, disse que a opção do “não curtir” pode fazer com que os autores dos comentários sintam-se ofendidos, atacados, e, por isso, não será disponibilizada no portal. “Mas tudo é evolução, estamos caminhando. A própria democracia se regula.”
A conselheira Adriana Garcia lembrou que no caso da jovem morta após cair de carro no córrego dos Bagres, os comentários viraram uma discussão. “Esqueceram o fato.” O colega dela, Ézio Athayde Souza Júnior concordou com a existência de um filtro, mas ponderou que “a partir do momento em que a pessoa se abre para o mundo virtual, está propensa a receber informações que acha ser um absurdo”.
O diretor do GCN fez questão de esclarecer que a empresa não faz “juízo de valor sobre o juízo de valor dos seus internautas”. Mas que prefere moderar a ser moderado pela Justiça. E é balizado nos limites impostos pelo Judiciário que são tomadas as decisões também sobre as notícias que serão publicadas. “Antes de noticiarmos qualquer assunto, checamos tudo – até mais do que prega qualquer manual de jornalismo. Publicamos o que é verdade e o que é de interesse público. Mas há juízes que entendem que se a notícia, mesmo verdadeira, causar danos aos envolvidos, cabe processo.”
Júnior ponderou que, apesar das dificuldades, há muitos juízes de primeira ins-tância que têm compreendido e defendido a liberdade de expressão, inclusive a importância da crítica e da denúncia responsável. “Na maioria das vezes, quando isso não ocorre, os tribunais superiores têm corrigido as distorções.”
O jornalista completou relatando aos novos conselheiros a difícil missão de decidir o que é notícia no Comércio, no Portal GCN ou na Difusora. “Somos obrigados a sermos menos ousados do que gostaríamos de ser. Pela Justiça, temos de ser mais contidos. Mas assumimos riscos todos os dias, mesmo com a certeza de que o estamos publicamos foi checado e rechecado e de que temos convicção absoluta de que o que estamos publicando é a verdade. Porque nada é pior para nós do que alguém sequer imaginar que somos levianos ou inconsequentes.”
Recepção
A jornalista e escritora Sonia Machiavelli, presidente do Conselho Consultivo do GCN, deu as boas-vindas aos membros do Conselho de Leitores 2012. “Estou no jornal há 39 anos, ele é minha vida. Agradeço a disposição de vocês virem aqui, nos ajudar a fazer melhor o que nos gostamos de fazer.” Ao lado da jornalista, recepcionaram os novos membros do Conselho, o diretor executivo do GCN, Corrêa Neves Júnior; a editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal; o diretor artístico da rádio Difusora, Everton Lima; o gestor de Relações Corporativas e editor de Opinião, Luiz Neto; e o editor de Local, Luciano Tortaro.
Quem são eles
O Conselho de Leitores 2012 é formado por Adriana Ap. Garcia (supervisora de vendas); Ana Amélia G. Ferreira (estudante); Cícero de Oliveira (empresário); Débora Carrijo (contadora); Éder Brazão (empresário e advogado); Ézio Athayde Souza Jr. (empresário e professor); Iraci Pereira (comerciante); Marcel Antônio Santos (funcionário público); Mariza Garcia (professora); Renata Fuzisawa (psicóloga e psicopedagoga); Ronaldo Silva (vendedor) e Valdir Alves (motorista profissional).
‘Hora da Verdade’
Com as férias do apresentador Hélio Rodrigues, o programa Hora da Verdade, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11 horas ao meio-dia, na Difusora, passou a ser apresentado por Everton Lima com comentários do advogado Fábio Cruz. A nova dinâmica do programa agradou o Conselho. “Eles têm uma postura bem isenta”, disse Éder Brazão.
Colunas sociais
As colunas sociais foram alvos dos conselheiros. O tema foi levantado por Iraci Pereira, que reclamou das “mesmas fotos” na coluna Higininho. A crítica gerou um debate sobre as colunas do Comércio. Insight, Patrícia e Higininho ti-veram suas características debatidas pelo grupo que, bem heterogêneo, divergiu sobre cada uma das três páginas. Júnior disse que, justamente pe-los diferentes tipos de leitores, é que o jornal mantém os três colunistas. “Nossa alternativa é aumentar o leque de opções”, disse Júnior. “Cada coluna tem seu público e o Higininho tem leitores fiéis”, completou Joelma.
‘Pisca pra mim’
O caótico trânsito de Franca também esteve em pauta. O conselheiro Éder Brazão retomou a proposta apresentada pela editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal, de uma campanha de conscientização promovida pelo GCN. A ideia dele é incentivar o uso das setas através do movimento “Pisca pra mim”. Joelma agradeceu a sugestão e disse que a empresa está estudando a campanha.
Novos conselheiros participam do primeiro encontro na sede do GCN

NOVIDADE - Membros do Conselho de Leitores acompanham a impressão de um dos cadernos do ‘Comércio da Franca’
O GCN Comunicação recebeu na noite de ontem os 12 membros do Conselho de Leitores 2012. Os novos conselheiros tiveram oportunidade de ter as primeiras noções sobre o trabalho desenvolvido pelo grupo, que engloba o jornal Comércio da Franca, rádio Difusora AM, Portal GCN e a agência de publicidade Crazz. No fim do encontro, eles visitaram o parque gráfico e acompanharam a impressão do caderno Artes que veicula na edição de hoje do jornal.
Antes de assistir à impressão, os conselheiros participaram de um encontro descontraído com o diretor-executivo do GCN, Corrêa Neves Júnior. O jornalista apresentou parte da equipe da redação integrada do Comércio e rádio Difusora. A editora-chefe do jornal, Joelma Ospedal, o editor de Local Luciano Tortaro, o diretor artístico da Difusora, Everton Lima, a jornalista Nelise Luques e o fotógrafo Dirceu Garcia participaram do encontro. O gestor de relações corporativas Luiz Neto acompanhou toda a visita.
Júnior resumiu a história do Comércio e Difusora e discorreu sobre o processo de produção do jornal, além das expectativas de que o grupo contribua para aprimorar os trabalhos do GCN. O Conselho de Leitores participa de reuniões ao longo do ano para avaliar as reportagens veiculadas pela empresa. Ronaldo Pereira da Silva, 37, é um dos novos conselheiros. Ele aprovou o primeiro contato que teve com a equipe e a estrutura da empresa. “É uma descoberta, porque não conhecia nada do universo do jornal impresso e sempre tive muita curiosidade de saber como o jornal é feito, como são as etapas e equipamentos utilizados.”
O processo de escolha dos novos membros deste Conselho recebeu 154 inscritos. Após uma seleção inicial, 17 candidatos foram entrevistados e oito deles escolhidos para compor o grupo. Outros quatro conselheiros foram reconduzidos do Conselho 2011.
No encontro de ontem, os conselheiros já contribuíram com as publicações do GCN. Conheceram as cinco opções de capa da próxima revista Morar, que circula em fevereiro, e votaram em uma delas. A primeira reunião oficial do Conselho será neste próximo sábado.
