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Revista 184 anos

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Elisa Gosuen

Elisa Gosuen

A revista alusiva aos 184 anos de Franca conta com 140 páginas e pode ser comprada a partir de hoje nas bancas por R$ 5 de forma avulsa. Os assinantes receberam os exemplares gratuitamente na última sexta-feira, junto com o exemplar do jornal.

Veja como assinar, ligando para o tel: (16) 3713-8930

Balanço das Comemorações

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OSF homenageia Franca com repertório especial

Fred Casagrande/ Comércio da Franca

 

OSF (Orquestra Sinfônica de Franca) encerrou o fim de semana de comemorações do aniversário da cidade com um concerto especial. Árias, duetos, trios e coros de óperas famosas como Carmen, Me. Butterfly, Turandot, La Traviata e Rigoletto, foram interpretadas pelos músicos francanos, e músicos e cantores convidados de Campinas, Ribeirão Preto e Goiânia. Foram realizadas duas apresentações nos últimos sábado e domingo, às 21h30, no Teatro Municipal. Os ingressos foram esgotados rapidamente.

 

ReproduçãoReproduçãoReproduçãoReprodução

Entre os convidados estavam os cantores francanos Priscila Cubero, Fernando Bachur, Priscila Ragazzi e Fernando Diniz, que já participaram de outros concertos com a Sinfônica de Franca. A novidade, desta vez, será a presença do tenor Saulo Couto e da cantora lírica Vanessa Bertolini, que também é francana, mas mora em Goiânia. De Ribeirão Preto participaram o cantor, regente e preparador vocal Paulo Rowlands e o cantor lírico Tiago Manoel. Foram convidados também o fagotista renomado da Sinfônica de Campinas, Paulo Justi, a oboísta Kátia Kato e o harpista Silas Martins, ambos da Sinfônica de Campinas.

Para completar, o Coro Sinfônico, formado por 30 vozes, sob a regência de Gladys Pádua. “A idéia inicial era fazer todos os trechos de forma encenada, mas infelizmente por motivos financeiros não conseguimos dar continuidade ao projeto. Mesmo assim estou satisfeito com a boa vontade de alguns francanos que ajudaram”, disse Bittar, ressaltando que todas as pessoas devem assistir ao concerto. “A ópera, por englobar vários segmentos artísticos como música, drama, dança e cenografia, enche os olhos e os ouvidos de forma grandiosa e é um universo deveras sedutor. Todo amante da ópera é em si um eterno apaixonado pelas emoções humanas”, afirma o regente.

 

Regente Bittar

Regente Bittar

 

Bittar destaca que o esmero da produção do concerto já é uma homenagem a Franca. “A parte musical, a decoração e os programas em papel couché são também a minha maneira de gritar por um reconhecimento maior, pois para que a OSF continue o seu trabalho sério é preciso que empresários e governantes assumam de alguma forma essa empreitada”, argumenta.

AMIGOS DA OSF


Para produzir o concerto, a OSF “tirou suco de pedra”, segundo Nazir. “De última hora perdemos o nosso patrocinador, mas felizmente conseguimos unir forças de vários setores da comunidade e realizar as apresentações”, revelou.

Uma iniciativa interessante para arrecadar fundos para manter a OSF, é a campanha “Amigos da OSF”, promovida por todas as orquestras do mundo. Nazir explica que qualquer pessoa que deseja incentivar a arte pode participar. “As pessoas se comprometem com qualquer quantia, uma única vez ou mensalmente e se tornam sócias ou patronas. Além de terem o nome publicado nos programas dos concertos e fazer parte da história da sinfônica, elas também ganham convites para as apresentações”, afirma.

Nazir destaca que como a OSF está em processo de formação, os músicos ainda não recebem, mas precisam de pelo menos uma ajuda de custo. “Estamos em busca de um apoio financeiro, para que haja uma estrutura a caminho da profissionalização. Hoje R$ 15 mil mensais bancaria um salário ‘decente’ para mim e para os músicos”, avalia.

Para se tornar um amigo da OSF basta ligar para (16) 9202-6123 ou enviar um e-mail para orquestra.sinf.defranca@hotmail.com.

A forma de pagamento fica a critério do colaborador.

Cinco mil pessoas prestigiam aniversário de Franca

 

Fred Cad

Onze minutos de atraso, 11 minutos de discursos, 5 minutos de fogos de artifício e uma elogiada apresentação da Banda Marcial dos Fuzileiros Navais, comandada pelo capitão de Corveta André Luis Rodrigues do Nascimento. As comemorações dos 184 anos de Franca, na última sexta-feira, na Praça Nossa Senhora da Conceição, reuniu cerca de 5 mil pessoas, que prestigiaram também a inauguração da iluminação de Natal. O prefeito Sidnei Rocha (PSDB) aproveitou o evento para fazer um breve discurso, quando agradeceu a votação das últimas eleições municipais e ratificou o “compromisso de continuar lutando para fazer as pessoas mais felizes”.

Fred Casagrande/ Comércio da FrancaFred Casagrande/ Comércio da FrancaFred Casagrande/ Comércio da Franca

A iluminação de Natal é uma tradição em Franca, realizada em parceria pela Prefeitura e Acif (Associação do Comércio e da Indústria de Franca). O acionamento simbólico das luzes instaladas na área central foi o evento que reuniu a maior número de pessoas durante as comemorações pelos 184 anos de Franca. Além da área central, outros 15 locais (praças, avenidas e os chamados “corredores comerciais”) também estão sendo contemplados com a iluminação especial.

Ismar Tavares, secretário de Serviços e Meio Ambiente, disse, em entrevista, que foram consumidos R$ 300 mil para a instalação de 2 milhões de microlâmpadas tradicionais. As novidades deste ano, segundo Tavares, são as lâmpadas coloridas e a entrega de uma nova árvore de Natal na Praça Barão.

Na solenidade de sexta-feira, além do prefeito, estiveram presentes o presidente da Acif, João Cheade, o secretário de Cultura de Santos (SP) e presidente do Icacesp (Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo), Carlos Pinto, vereadores, secretários municipais, entre outras autoridades. O público presente foi estimado por integrantes da Guarda Civil em 5 mil pessoas.

Cheade abriu os discursos, lembrando que há anos a parceria Prefeitura/Acif investe na iluminação de Natal da cidade, para deixá-la “mais bonita, mais alegre”. Carlos Pinto, na condição de convidado especial, enalteceu a beleza de Franca. Sidnei Rocha usou os seus quase cinco minutos para agradecer os votos recebidos nas últimas eleições. Ele disse que não entrou na Prefeitura por “vaidade, mas para, literalmente, tirar a cidade do buraco”.

MÚSICA
No dia em que Franca completou 184 anos, o principal presente da administração municipal para a população foi a apresentação da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro, na Praça Nossa Senhora da Conceição.

 

Fred Casagrande/ Comércio da Franca

COMEMORAÇÃO – Cerca de 5 mil pessoas, segundo a Guarda Civil, participaram da festa, que inaugurou também a iluminação de Natal da cidade

A banda completou dois séculos este ano. Um dos maiores orgulhos da corporação, formada por 120 membros, é ter sido inspiração para o surgimento de todas as outras bandas e fanfarras do País e ser conhecida em várias partes do mundo. As três últimas grandes apresentações fora do Brasil ocorreram na Inglaterra, França e Israel, onde esteve na maior festa local: a do aniversário de fundação do País.

No Teatro Municipal, houve a apresentação do gaitista Robson Fernandes, um dos maiores nomes do blues contemporâneo brasileiro. Cerca de 350 pessoas assistiram ao show, que durou cerca de 1h30. Robson foi ovacionado pela platéia.

184 anos de história contados em 140 páginas

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relogio-do-sol

Os 184 anos de Franca, comemorados no próximo 28 de novembro, vão ganhar um toque especial com a edição de aniversário produzida pelo Comércio da Franca. A revista chegará aos assinantes gratuitamente. No domingo, poderá ser adquirida nas bancas com a compra do jornal (R$ 2,80) mais R$ 3,20. A partir de segunda-feira, será vendida avulsa ao preço de R$ 5.

Desde o cuidado com a diagramação à escolha dos temas abordados e fotos, a edição composta por 140 páginas é especial por muitos motivos. Um deles é o fato de todo o material incluído ser fruto de um trabalho que envolveu todos os editores do Grupo Corrêa Neves de Comunicação. As principais matérias foram produzidas por repórteres e outros funcionários do GCN durante dois meses e concorreram ao Prêmio “Sônia Machiavelli” de Jornalismo.

Cada reportagem foi avaliada pelos membros do Conselho de Leitores do Comércio que, ao final, escolheram o texto “No escurinho do cinema”, do radialista Valdes Rodrigues, como o mais interessante. Pelo trabalho, Valdes ganhou uma viagem para Las Vegas.

Os artigos e reportagens são dotados de personalidade e aprofundamento resultantes de um intenso processo de apuração e reflexão. São ricas narrativas que, por diferentes ângulos, contam a história de um lugar que, muito mais que a “cidade do calçado”, atrai muita gente de fora pela oferta de oportunidades de trabalho, formação e entretenimento.

Um dos trabalhos de destaque da revista é o da repórter Fernanda Bufoni, que durante 30 dias ouviu relatos de freqüentadores comuns da Praça Barão, no coração de Franca. “Sentei em um dos bancos da praça e observei. (…) Conversei com algumas pessoas e quanto mais ouvia mais curiosa ficava”, conta a jornalista.

Divaldo Moreira/ Comércio da Franca.

Em matéria repleta de entrevistas e gráficos, o repórter Paulo Godoy apurou os meandros do tráfico de drogas em Franca e conseguiu informações exclusivas de usuários, familiares e policiais. “A reportagem tomou a decisão de sair uma noite à procura de alguns endereços fornecidos por policiais civis e militares, tidos como certos para a atividade do tráfico. Foram perto de 30 ruas em bairros diferentes”, relata no texto.

Também é possível saber curiosidades inesperadas com a matéria “Os mais mais de Franca”, que mostra desde qual é o maior lanche da cidade até o maior sapato já produzido até hoje. Em “Franca, mãe da região”, a jornalista Patrícia Paim mostra por que o município é referência para mais de 65 mil habitantes vindos de cidades como São José da Bela Vista, Jeriquara, Cristais Paulista, Restinga, entre outras.

Os leitores também poderão conferir matérias de Kilton Oliveira (“A Faculdade de Direito em pleno vapor”); Melissa Toledo (“Franca, uma cidade diferente e por isso especial”); Nelise Luques (“Franca, o (pes)ponto do calçado”) e Paula Faciroli (“Franca sob o olhar dos idosos”), além de episódios marcantes e conturbados ocorridos há muitos anos.

A editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal, analisa que o projeto editorial ficou bonito, interessante e com matérias bem trabalhadas, sobretudo por conta das produções obtidas com o Prêmio “Sônia Machiavelli” de Jornalismo. “Diferente do que normalmente acontece com a edição de aniversário, foram os próprios repórteres (e alguns profissionais de outras áreas do grupo) que sugeriram a maior parte das matérias da revista, além de escolherem a abordagem, as fotos e artes que ilustram as páginas e o tamanho das reportagens.

Todos produziram absolutamente de forma livre, o que gerou um resultado muito bacana que, claro, passou por posterior edição. Foi prazeroso ver cada profissional pensando sobre o que gostaria de contar ao leitor e de que forma faria isso”, disse a jornalista.

 

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