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184 anos de história contados em 140 páginas

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Os 184 anos de Franca, comemorados no próximo 28 de novembro, vão ganhar um toque especial com a edição de aniversário produzida pelo Comércio da Franca. A revista chegará aos assinantes gratuitamente. No domingo, poderá ser adquirida nas bancas com a compra do jornal (R$ 2,80) mais R$ 3,20. A partir de segunda-feira, será vendida avulsa ao preço de R$ 5.

Desde o cuidado com a diagramação à escolha dos temas abordados e fotos, a edição composta por 140 páginas é especial por muitos motivos. Um deles é o fato de todo o material incluído ser fruto de um trabalho que envolveu todos os editores do Grupo Corrêa Neves de Comunicação. As principais matérias foram produzidas por repórteres e outros funcionários do GCN durante dois meses e concorreram ao Prêmio “Sônia Machiavelli” de Jornalismo.

Cada reportagem foi avaliada pelos membros do Conselho de Leitores do Comércio que, ao final, escolheram o texto “No escurinho do cinema”, do radialista Valdes Rodrigues, como o mais interessante. Pelo trabalho, Valdes ganhou uma viagem para Las Vegas.

Os artigos e reportagens são dotados de personalidade e aprofundamento resultantes de um intenso processo de apuração e reflexão. São ricas narrativas que, por diferentes ângulos, contam a história de um lugar que, muito mais que a “cidade do calçado”, atrai muita gente de fora pela oferta de oportunidades de trabalho, formação e entretenimento.

Um dos trabalhos de destaque da revista é o da repórter Fernanda Bufoni, que durante 30 dias ouviu relatos de freqüentadores comuns da Praça Barão, no coração de Franca. “Sentei em um dos bancos da praça e observei. (…) Conversei com algumas pessoas e quanto mais ouvia mais curiosa ficava”, conta a jornalista.

Divaldo Moreira/ Comércio da Franca.

Em matéria repleta de entrevistas e gráficos, o repórter Paulo Godoy apurou os meandros do tráfico de drogas em Franca e conseguiu informações exclusivas de usuários, familiares e policiais. “A reportagem tomou a decisão de sair uma noite à procura de alguns endereços fornecidos por policiais civis e militares, tidos como certos para a atividade do tráfico. Foram perto de 30 ruas em bairros diferentes”, relata no texto.

Também é possível saber curiosidades inesperadas com a matéria “Os mais mais de Franca”, que mostra desde qual é o maior lanche da cidade até o maior sapato já produzido até hoje. Em “Franca, mãe da região”, a jornalista Patrícia Paim mostra por que o município é referência para mais de 65 mil habitantes vindos de cidades como São José da Bela Vista, Jeriquara, Cristais Paulista, Restinga, entre outras.

Os leitores também poderão conferir matérias de Kilton Oliveira (“A Faculdade de Direito em pleno vapor”); Melissa Toledo (“Franca, uma cidade diferente e por isso especial”); Nelise Luques (“Franca, o (pes)ponto do calçado”) e Paula Faciroli (“Franca sob o olhar dos idosos”), além de episódios marcantes e conturbados ocorridos há muitos anos.

A editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal, analisa que o projeto editorial ficou bonito, interessante e com matérias bem trabalhadas, sobretudo por conta das produções obtidas com o Prêmio “Sônia Machiavelli” de Jornalismo. “Diferente do que normalmente acontece com a edição de aniversário, foram os próprios repórteres (e alguns profissionais de outras áreas do grupo) que sugeriram a maior parte das matérias da revista, além de escolherem a abordagem, as fotos e artes que ilustram as páginas e o tamanho das reportagens.

Todos produziram absolutamente de forma livre, o que gerou um resultado muito bacana que, claro, passou por posterior edição. Foi prazeroso ver cada profissional pensando sobre o que gostaria de contar ao leitor e de que forma faria isso”, disse a jornalista.

 

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Uma resposta

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  1. SENTIMENTO vx COERÊNCIA

    Um cidadão ao fazer comentários referente á algo do qual não concorda, está mais interessado em se fazer entender do que preocupado com os erros de concordância e erros gramaticais.
    É realmente preciso um investimento na educação pública, pois nem todos podem se dar ao luxo de ter um pai bancário ou mesmo concretizar seus sonhos mais loucos , mesmo sendo um arquiteto. Não tenho condições de adentrar a Baía de Sydney e contemplar o magnífico Ópera House, pois tenho que me preocupar em achar um desvio que me leve para casa em menor tempo devido as obras do córrego dos bagres. As vezes é melhor sentar-me em minha sala e ouvir “concerto para aranjuez” e me transportar para um tempo remoto no qual poderia observar os belos jardins de Aranjuez sem me preocupar com o sentimento de repugnancia que me causa a visão do “esqueleto” próximo ao Póli.
    Todos os dias lemos coisas e vemos situações com as quais não concordadamos, mas nem por isso devemos generalizar. Não sou tabagista, nem alcoolatra, raramente vejo tv e quanto a música, sou bastante eclético. Mas não é por não fazer uso desses produtos de consumo que irei concordar que outros possam vir á impedir o acesso a quem os consumam e em consequência a quem trabalha com o seu fornecimento.
    Intelecto para mim , está em o cidadão leigo conhecer os seus direitos, assumir os seus deveres e principalmente , na liberdade de se expressar. Quanto a forma com que os paises desenvolvidos fazem suas leis é necessário que se veja que lá, as leis são feitas para a população e em benefício da população e não de uma minoria que se julga capacitada a gerir os destinos de uma cidade.
    A verdadeira revolução educacional está em entender todas estas nuances que as vezes se passam despercebidas da população tão ocupada em sobreviver á cada dia e nem sequer sabem se amanhã poderão ter um trabalho para se sustentar. E não na obtenção de um diploma que as vezes nem sai do armário !

    Adilson Adriano Pinto

    Adilson Adriano Pinto

    27/11/2008 at 12:46


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