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Conselheiros avaliam o conteúdo produzido pela equipe do GCN

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Autor(a): Luiz Neto

‘É PARA VALER’
Duda deu boas vindas ao novo conselho e reafirmou sua convicção sobre a validade de “atuar para valer, como conselheiro”: “quem se senta com os conselheiros são diretores do GCN. Cada palavra nossa é levada em conta na hora de decisões. Por isso, esse trabalho é sério”. Estiverem presentes validando a observação, o diretor executivo Corrêa Neves Júnior; a presidente do Conselho de Administração, Sônia Machiavelli; a editora-chefe, Joelma Ospedal; o diretor artístico da Rádio Difusora, Everton Lima e o editor de opinião, Luiz Neto.

JORNAL ESCOLA
O uso do jornal na escola foi o tema escolhido pela conselheira e pedagoga Mariza Freitas. “Inscrevi-me para melhorar conhecimento sobre o trato jornalístico do GCN. Acho importante o jornal trazer assuntos polêmicos. A abordagem me ajuda, inclusive, a tratar desses temas com alunos e até com meus filhos” , disse.

AINDA A EDUCAÇÃO
Também a questão que envolve Unifran e Cremesp – a universidade lutando pela instalação de Medicina em seu campus e a entidade colocando-se contra, foi discutido. A maioria discordou do Cremesp e entendeu que a cidade deve lutar por novos cursos. Mateus Menezes disse que o jornal deve cobrar mais ação das autoridades locais, especialmente quanto a cursos públicos. Nelson Neves, ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, contou experiências de seu tempo no órgão e concluiu: “a cidade e a região precisam sim, de mais médicos com formação adequada. O curso da Unifran é bem-vindo”.

ARTES E CULTURA
A conselheira Marina Oliveira, supervisora do projeto Guri, abriu debate sobre a cobertura a artes, cultura, música e literatura praticada pelo GCN dizendo que “temos uma cidade que respira música, expira dança, pulsa talentos teatrais e que precisa de cobertura”. Corrêa Neves Júnior e Sônia Machiavelli (editora dos cadernos Nossas Letras e Artes), discordaram. “Há manifestações esparsas. Não há um calendário de ações e eventos. Não fechamos os olhos para manifestação populares, mas, a rigor, não há praticamente nada”, disse Sônia. Joelma completou: “é um trabalho braçal buscarmos esses assuntos. E, muitas vezes, vamos lá e nada…”. Júnior falou da política de incentivo a manifestações artísticas do GCN – “damos descontos em anúncios que chegam a 95% dos preços de tabela para teatro, circo, música não comercial; 70% para shows –, há uma preocupação em abrir espaço, valorizar. O problema é que não há produção artística que justifique”. Marina, como agente do meio, propôs-se a ajudar na criação “ao menos, do calendário”.

SUGESTÕES
Outro bom momento das reuniões é aquele em que os conselheiros apontam sugestões de matérias, novas abordagens, retomadas de assuntos etc., visando tornar os veículos do GCN ainda mais próximos do gosto dos leitores e ouvintes. Praticadas, transformam-se projetos, modificações de layouts ou reestruturações de seções. O grupo atual surpreendeu pelo número de sugestões apresentadas, como, por exemplo, a criação de uma página com matérias de leitores. Todas as ideias foram anotadas e serão avaliadas.

Written by GCN Comunicação

07/03/2011 às 13:43

Publicado em Institucional

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