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Novo e diferente mas ainda é, e com muito mais força, o nosso ‘Comércio’

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Quase centenário, Comércio passa por sua maior restruturação gráfica; jornal ganha mais páginas, novas seções, fotos maiores, mais espaço para a manifestação do leitor, fica mais bonito, mais prático e se torna ainda mais útil

Novas seções, cores e tipografia, mais espaço para elementos gráficos – quadros e infográficos -, fotos maiores e mais páginas e espaço para a opinião dos leitores. Aos 98 anos, o Comércio passa por uma transformação completa. Para que seja mais fácil se familiarizar com a nova cara do jornal, é importante explicar como e por que essas mudanças ocorreram. “Estruturamos melhor as diferentes partes das notícias e inserimos um novo ritmo de leitura dentro de uma única página e ao longo de todo o jornal”, disse Rafaela Nygaard, diretora da Cases i Associats, empresa responsável pelo novo projeto gráfico do Comércio. “As matérias têm mais ‘portas de entrada’; o leitor pode começar a se informar através do título, da foto, ou de uma peça gráfica complementar que pode ser uma frase, uma cronologia, um número ou um texto destacado”, disse ela. Ainda de acordo com Rafaela, os anunciantes também serão beneficiados com a nova organização gráfica, uma vez que a publicidade ganha destaque entre os conteúdos editoriais.

A nova disposição dos elementos visuais está entre as mudanças que, certamente, mais vão chamar a atenção dos leitores. Segundo Rafaela, a imagem passa a ser a âncora visual da página, o elemento responsável por “seduzir” e informar o leitor. “A foto não funciona como mera ilustração e, sim, como complemento à informação escrita”, disse. “Em editorias como Esporte e Artes, as fotos são maiores e, algumas vezes, aparecem recortadas para reafirmar o tom das editorias: mais dinâmicas e descontraídas.” Além disso, a nova diagramação valoriza mais os espaços “em branco” o que confere leveza à leitura, como se fosse um respiro maior entre um elemento e outro da página.

No que diz respeito às cores, cada editoria ganhou uma como identificação. A do Esporte, por exemplo, é laranja porque esta não caracteriza a cor de nenhum time brasileiro, ficando assim imparcial. Além disso, as matizes servem como guia. “As cores funcionam como um navegador para os leitores e permite que eles identifiquem em que parte do jornal estão rapidamente”, diz Rafaela.

Outra novidade que certamente chamará a atenção logo de cara, já nas disposições das bancas, é o logotipo do Comércio, que agora assume o nome pelo qual sempre foi chamado informalmente. “Simplesmente seguimos a lógica do leitor, que chama o jornal de Comércio. Por isso, o “primeiro nome” ganha mais peso na capa. O nome não muda mas, graficamente, damos maior destaque à palavra que o leitor mais usa”, disse ela. É válido ressaltar que o novo logotipo do jornal foi desenhado unicamente para ele, ou seja, em nenhum outro lugar do mundo usa-se a mesma letra com que o nome do Comércio é escrito. “A tipografia dos textos também mudou”, alerta Rafaela. “Agora utiliza-se a Utopia, um tipo mundialmente conhecido por imprimir muito bem em tamanho pequeno e ter alto grau de legibilidade.”

Written by GCN Comunicação

21/08/2013 às 15:00

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