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Aniversário: revista ‘Franca 189 anos’ já está nas bancas

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Novos talentos da música francana, como a banda Téed, são destaque na revista Franca 189

Novos talentos da música francana, como a banda Téed, são destaque na revista Franca 189

Para comemorar o aniversário de Franca, o GCN produziu a revista Franca 189 Anos. Explorada em seus mais curiosos e diversos aspectos, a cidade foi traduzida por meio de reportagens que passeiam pela história, economia, entretenimento, esporte e cultura local. Os assinantes do Comércio da Franca já receberam seus exemplares gratuitamente e a revista também está à venda nas bancas locais e da região a preço promocional.

Dentre as matérias do segmento econômico, a edição mostra trajetórias de sucesso de pais e filhos que trabalham juntos e detalha como funcionam as sucessões familiares nas empresas. O crescente mercado de franchising é outro tema ligado à economia local que promete despertar a atenção do leitor. O setor, que movimentou mais de R$ 100 bilhões em todo o Brasil no ano passado, seduziu empresas francanas e fez com que elas se lançassem no mercado de franquias para ampliar as suas operações.

Na revista Franca 189 também é possível conhecer a fundo a história do francano que com fé, carisma e capacidade de liderança toca a alma especialmente dos jovens e reúne semanalmente pelo menos 5 mil pessoas para orar no Cenáculo. O grupo se tornou “sobrenome” de Fernando Antônio Costa, ou somente Fernandinho do Cenáculo, que é o destaque da seção Entrevista. Ele contou fatos curiosos de sua infância – suas brincadeiras preferidas incluíam procissões com carrinhos e simulações de missas – e narrou trajetórias que se misturam: a de sua vida e a do Cenáculo. “A partir dos 9 anos comecei a ter sinais do chamado de Deus para estar mais perto dele. Todas as minhas brincadeiras mudaram”, disse.

O talento artístico dos francanos também está expresso na Franca 189. Uma reportagem multimídia mostra as várias vertentes musicais exploradas por novos cantores da cidade. Além dos textos, um conteúdo extra será disponibilizado online, incluindo áudio e vídeo, a partir deste domingo no Portal GCN – http://www.gcn.net .br.

Outro destaque são as belezas naturais cravadas entre as famosas três colinas que foram captadas e são apresentadas em uma fotorreportagem de encher os olhos e a alma.

O novo prédio da Faculdade de Direito de Franca, os antigos prédios das bibliotecas públicas que pedem mais investimentos, a história do Franca Basquete e um novo olhar sobre pontos bem conhecidos da cidade também estão entre os destaques da edição.

Distribuição
A revista Franca 189 Anos estará à venda nas bancas de Franca e região a partir deste domingo, 1º de dezembro. O combo com a revista e a edição dominical do jornal Comércio da Franca custa R$ 10. A partir de terça-feira (dia 3), a revista será vendida avulsa por R$ 15.

Written by GCN Comunicação

03/12/2013 at 12:07

Quase 100 anos atrás…

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Praça Nossa Senhora da Conceição no século passado

Praça Nossa Senhora da Conceição no século passado

Queremos agora que você se lembre daqueles tempos felizes em que nossas únicas preocupações eram tentar tirar notas boas na escola e chegar em casa a tempo de assis-tir Dragon Ball Z. Em meio às aulas de história, quando tentávamos decorar datas, culturas e acontecimentos importantes para nossa sociedade, parecia que algumas décadas não eram tempo suficiente para que mudanças importantes conseguissem se concretizar. Salvas algumas exceções, as alterações aconteciam de maneira tão gradual que mal eram notadas. Mas, em algum ponto, esse mundo começou a ser tomado por “micro-revoluções” poderosas e constantes o suficiente para deixar tudo diferente em algumas décadas.

Por exemplo: se algum americano, que cresceu no início do século passado, fosse congelado e despertasse agora, imagine qual seria a reação do indivíduo quando ver que o presidente do seu país é um negro de sobrenome muçulmano. Mais fácil o nosso herói pensar que está em outro universo do que nos Estados Unidos “do futuro”. Isso porque o último século foi, talvez, o mais “mutante” da história. E em todos os sentidos. Para comprovar isso, o historiador e coordenador do curso de História da Unifran, Anderson Venâncio, trouxe ao Se Liga alguns fatos que contribuíram para a história mundial em 1915 e contou um pouco do que aconteceu com nossos antepassados no mesmo ano que nascia o Comércio.

A Europa e a Guerra
O ano de 1915 trouxe uma expansão da Grande Guerra (como era chamada, na ocasião, a Primeira Guerra Mundial). Até 1914, Alemanha, Inglaterra, França e o Império Russo acreditavam que a guerra seria rápida e decisiva. “Deveria ser um conflito de ‘cavalheiros’, mantendo-se certos rituais de civilidade e respeito mútuo. Porém, o que se via era um conflito com tendências catastróficas. O poder da Alemanha havia sido – equivocadamente – depreciado. Se não fosse a necessidade de enfrentar o inimigo no fronte leste, local em que os russos despejavam milhões de soldados mal armados e alimentados, os alemães teriam jogado a força de sua máquina de guerra e, muito provavelmente, esmagado os franceses”, conta Venâncio. As perdas humanas e materiais davam sinais de que seriam assombrosas. A artilharia pesada, somada às armas químicas e “modernas metralhadoras”, levariam o conflito à uma estagnação que seria conhecido como Guerra de Trincheiras. Até então, a humanidade nunca havia construído máquinas de matar tão eficazes.
• Detalhe: estudos feitos pela Universidade de Aberdeen, na Escócia, mostram que, no fronte alemão, existia um soldado de 26 anos que era constantemente ridicularizado pelos colegas e pouco ia ao campo de batalha. Anos depois, Adolf Hitler se transformaria em um dos maiores facínoras que já pisou neste planeta.

A época, a cultura e as invenções
Enquanto William e Lawrence Bragg recebiam o Prêmio Nobel pela análise da estrutura de cristais por Raios-X, a sociedade vivia num verdadeiro conflito entre na perspectiva de viver num futuro próspero e mode-rno e realidade de que a Grande Guerra transformaria o mundo em caos. Como forma de diversão, as pessoas liam romances, poemas e livros de psicologia. A música seguia os padrões europeus.

No Brasil
Nossa terra passava por lentas transformações. O novo presidente da República, Venceslau Brás, teve de enfrentar as turbulências econômicas que a Grande Guerra estava causando: as exportações de café iam de mal a pior e, ao mesmo tempo, notava-se uma dificuldade em importar bens de consumo (em função da Grande Guerra prejudicar sua produção). “O governo brasileiro passou a incentivar a abertura de fábri- cas para ‘substituir importações’, mesmo sabendo que isso seria uma necessidade passageira, tendo em vista que, para as elites dominantes, a vocação do Brasil era a agricultura”, explica o historiador. Ao mesmo tempo, os espaços urbanos cresciam e com eles uma lenta oposição ao modelo político e econômico adotado. Ainda em 1915, Venceslau Brás mantinha a mobilização do exército para acabar com a Guerra do Contestado, matando considerável número de trabalhadores.
Foi em 1915 que o Congresso Nacional brasileiro aprovou o primeiro código civil na história republicana brasileira.

Franca em ebulição
Se as coisas no Brasil como um todo andavam meio paradas, Franca estava em plena ebulição em 1915. De acordo com relatos do historiador e escritor José Chiachiri Filho, o medo resultante das batalhas causou uma intensa imigração europeia. E muitos deles passaram por esta terrinha. “Naquela época, Franca era um importante polo que ligava Minas Gerais com São Paulo. Na minha opinião, foram os imigrantes que obrigaram essa cidade a crescer, pois, naquela época, aqui era apenas um grande arraial”, afirma.
O aumento do movimento e do dinheiro oriundo dos visitantes e também do café, a cidade foi obrigada a assumir ares mais urbanos, digamos assim. “Foi nesse período que chegaram o telefone e os primeiros automóveis, por exemplo”, diz Chiachiri. “A maioria das ruas ainda não tinha asfalto. Apenas as mais movimentadas eram feitas de paralelepípedos”.

Written by GCN Comunicação

01/07/2013 at 18:12

Vídeo da Feijoada do Pinheiro

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Assista ao vídeo promocional da Feijoada do Pinheiro, que acontecerá no próximo sábado, dia 31/7, no Castelinho em Franca – SP. O vídeo também será veiculado pela Record, TV Bem e Nova TV a partir desta sexta.

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23/07/2010 at 12:15

História Expressa: “Três mil francanas para tias”

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Por Andréia Xavier

O ano era 1908. A população divertia-se nos esportes, no teatro, nos piqueniques e nas apresentações artísticas da cidade. O cinema chegava.

A imprensa francana comentava a “lei do sorteio militar”. A lei foi aprovada em 04 de janeiro de 1908 para regulamentar o alistamento militar e reorganizar o Exército . A polêmica residia no fato de que os soldados brasileiros eram em sua maioria trabalhadores braçais e de baixas condições. Com a adoção do sorteio, todas as classes passariam a ser recrutadas.

O jornal “O Janota” com texto de Aleixo Capivara declarava-se num grande manifesto, solidário com “três mil francanas gentis que não se conformam em ficar para tias” e as instigava a rebelar-se: que invadam o Paço da Câmara Municipal, prendam e arrastem para fora os membros do sorteio militar e solenemente os enforquem na Praça Quinze de Novembro (atual Praça Barão).

Em 1945, decretou-se a extinção do sorteio militar e instituiu-se a obrigatoriedade do serviço.

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10/05/2010 at 19:39

História Expressa: Há 50 anos, em 21 de abril de 1960, inauguração de Brasília

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Por Andréia Xavier

A cobertura do Jornal “Comércio da Franca”:

A inauguração de Brasília repercutiria internacionalmente. Em várias importantes cidades do mundo. Cerimônias seriam celebradas em Lisboa, Milão e no Vaticano, com direito a uma alocução do Papa aos brasileiros congratulando-nos pela nova capital, transmitida pela Rádio Vaticano. Na França e em Viena, pronunciamentos de discursos por parte de autoridades e repicar de sinos. Seis páginas sobre Brasília na revista Times, tema principal da seção latino americana, quatro delas à cores sob o título: “A Brasília de Kubitschek – onde há pouco cruzava o jaguar, agora se desenvolve uma metrópole”. Em Tóquio a imprensa japonesa dedicou extensas reportagens à inauguração chamando-a ‘a capital do futuro’.

JK deixou com um “viva ao estado da Guanabara” a sacada do Palácio do Catete, despediu-se pessoalmente de todos os funcionários e viajou para Brasília com uma comitiva composta pelo vice-presidente, João Goulart, Dom Helder Câmara, o poeta e amigo pessoal Augusto Frederico Schimidt, o ministro da fazenda, além de sua esposa e filhas. Chegou à capital à tarde, compareceu ao ‘Catetinho’, a primeira residência presidencial na nova capital, onde inspecionou carros de fabricação nacional que participariam das provas automobilísticas que se realizariam nas celebrações da inauguração.

Pessoas não paravam de chegar. Dada à absoluta falta de economia, milhares de forasteiros dormiam ao relento. Os jornalistas que foram fazer a cobertura sofriam por falta de acomodações.

Seis toneladas de fogos dariam as boas vindas à capital à zero hora do dia 21. A população passou a noite em claro para assistir ao que os brasilienses classificaram como ‘ a alvorada da nova capital’.

O presidente JK oficializou a palavra ‘candango’ ao dirigir-se em seu discurso aos operários que construíram Brasília. O chefe do Governo declarou que com grande honra incluía seu nome “entre os de milhares de candangos que se esforçaram para a realidade do sonho de ontem”.

Alfredo Palermo destacava na Objetiva: ‘de Franca à Brasília temos 810 quilômetros de chão. Só metade do caminho é pavimentado por asfalto. O resto é estrada de terra, horrorosa, com ondulações miúdas, valetas e buracos de irritar’. Relata haverem saído de Franca em uma Kombi às sete horas e chegado à Goiânia às vinte horas. Diz o professor Palermo: ‘Minha primeira homenagem é para a indústria automobilística nacional: a perua Wolkswagen levou nove pessoas e consumiu 90 litros de gasolina a um preço médio de catorze cruzeiros o litro, acentue-se que a velocidade média foi de 60 km sem um incidente, sem um contratempo’.

Celebrações também em Franca

A partir da zero hora a cidade também festejou a nova capital. O Hino Nacional foi executado na Concha Acústica. Sirenes de ambulâncias, buzinaço e fogos anunciavam a capital federal. Após o repicar de sinos, uma corporação musical, num caminhão de som, percorreu a cidade acompanhada de dezenas de automóveis e jipes. Celebrou-se também uma missa na Igreja Matriz com presença de autoridades do município.

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21/04/2010 at 14:25

História Expressa: É nosso, o 1º relógio do sol do Brasil

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Por Andréia Xavier

No meio da Praça Nossa Senhora da Conceição está o nosso ‘Big Ben’, cartão postal mor de nossa cidade, o ‘Relógio do Sol’. O que pouca gente sabe é que o monumento, que irá completar 123 anos no próximo dia 11 de abril, data da inauguração oficial do primeiro relógio do sol a existir no Brasil (1887). Sua construção foi iniciada em 1886 pelo religioso francês Frei Germano de Annecy, que aqui viveu por cerca de dez anos. Frei Germano nasceu em Sabóia, na França. Depois de se ordenar frade franciscano transferiu-se para a América do Sul (Uruguai e Brasil). Era astrônomo, físico e botânico. Teria fundado um laboratório de meteorologia em nossa cidade e também deixado importantes estudos geológicos. Morreu em 1890 a bordo de um navio quando pretendia voltar para sua terra natal. Dizem que foi notável entre a comunidade científica mundial de sua época. Quanto ao ‘gnomon’, ou seja, o ponteiro posicionado paralelo ao eixo de rotação da terra, este já data desde tempos mais remotos, quando o Homem percebeu que poderia, observando a sombra provocada pelo sol, variável durante o dia, especular e estimar quanto ainda faltaria para acabar a claridade, e que a sombra de um objeto verticalmente posicionado e fixo poderia lhe dar uma exatidão maior quanto a medida do tempo.

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23/03/2010 at 13:11

Publicado em História Expressa

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História Expressa: Franca e a revolução de 1932 (parte II)

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Por Andréia Xavier

Segundo a ‘wikipédia’, apenas oito cidades do estado de São Paulo, além da capital, tem toponímia (nomeação de ruas) em homenagem à Martins, Miragaia, Drauzio e Camargo. Franca é uma delas. Chama a atenção a quantidade de referências ao Movimento na toponímia francana.

De acordo com a monografia de Dulcinéia Sousa do Carmo*, as medidas econômicas tomadas pelo presidente Vargas após 1930 atingiram em cheio a lavoura paulista, em especial a lavoura cafeeira. É preciso lembrar que Franca estava entre os maiores produtores de café do Brasil, reconhecido pela sua qualidade, o que nos deixava mais expostos (propensos) ao envolvimento na batalha. Também o segmento comercial da cidade se rebelava contra a determinação de horário de funcionamento dos estabelecimentos.

A cidade formou um batalhão, o ‘Batalhão de Caçadores Francanos’ (BCF) dividido em três companhias, cada qual com três pelotões. Foram inscritos 727 voluntários conforme consta no Livro de Assinaturas dos Voluntários Francanos.

A Revolução estendeu-se por três meses e terminou com a derrota das forças paulistas. Apesar da vitória sobre os paulistas, Vargas adotou uma atitude conciliatória, convocando eleições para a escolha dos deputados que comporiam a Assembleia Constituinte para maio de 1933. Assim, a Revolução Constitucionalista, mesmo derrotada militarmente, atingiu seu objetivo: a elaboração de uma nova Constituição para o País.

* Carmo, Dulcineia de Sousa do. Voluntários de 32: Perfis de uma Revoluçaõ no Interior de São Paulo (Franca),1998.

Written by GCN Comunicação

17/03/2010 at 12:16