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Academia de Artes encerra atividades de 2013 com festa

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O empresário Renato Raimundo, acompanhado do Papai Noel, entrega tablet à pequena Aurislaine Santos, 7, durante festividades da Academia de Artes (Foto: Cassiano Lazarini)

Cerca de 165 crianças da Academia de Artes, instituição mantida pelo GCN Comunicação, participaram na terça-feira da festa de encerramento das atividades de 2013. O evento, recheado de atividades artísticas, sorteio de prêmios, distribuição de brinquedos e almoço especial, aconteceu na sede da instituição no Recanto Elimar. Voluntários, parceiros e colaboradores do GCN também estiveram presentes.

A festa foi comandada pela coordenadora de jornalismo da rádio Difusora AM, Cíntia Flávia, e teve início com todos cantando o hino nacional brasileiro. Ao serem questionados por Cíntia se sabiam cantar o hino, as crianças responderam em uníssono “sim”. Posteriormente, foi a vez das apresentações das turmas de balé e de taekwondo. O professor voluntário Valdir Ribeiro disse que dá aulas na Academia de Artes há quatro anos e que o trabalho na ONG é muito gratificante. “É emocionante ver o quão ansiosos e empolgados eles ficam para se apresentar”, afirmou. Guilherme de Oliveira, 9, luta taekwondo há dois. Ao ser questionado se gosta das aulas, Guilherme respondeu um prolongado “gosto muito”.

A festa teve ainda a presença do Papai Noel e sorteio de jogos, bonecas, bicicletas e um tablet. Aurislaine Evelen Santos da Silva, 7, foi quem ganhou o tablet e estava toda tímida ao subir ao palco para receber seu prêmio. “Eu gostei demais, mas não sei usar o aparelho. Vou pedir para a minha irmã me ensinar”, disse.

Mesmo as crianças que não foram sorteadas levaram presentes para casa. “Nossa! Que linda! Amei!”, disse Ester Mariane Coelho, 9, ao abrir o pacote com a boneca que ganhou. Os brinquedos foram adquiridos a partir de doações dos colaboradores do GCN, além de contribuição de parceiros como Móveis Xavier, Felipe Bike, Tower Hotel e Grupo Stickfran. “Somos gratos aos voluntários e parceiros que têm dado uma contribuição enorme às vidas dessas crianças. Todos que trabalham aqui têm muita energia e alegria e eu sou muito grata”, disse Sonia Machiavelli, presidente do Conselho Consultivo do GCN.

A auxiliar de coordenação da Academia de Artes, Ilda Bielli, trabalha na entidade desde que o GCN assumiu o projeto, há oito anos. “Agradeço muito ao grupo por me dar a oportunidade de trabalhar na instituição. É visível a melhora no comportamento das crianças como um todo e olhar a expressão de felicidade delas não tem preço”, disse Ilda, com os olhos marejados.

“Das nossas últimas festas essa é a mais bonita até agora. Há tempos não tínhamos um palco tão bem arrumado”, completou Sonia Machiavelli.

História
Desde 2005, a Academia de Artes é mantida pelo GCN e oferece diversas oficinas gratuitas a famílias carentes do Recanto Elimar e bairros adjacentes. “Oferecemos às crianças reforço nas disciplinas escolares, além de aulas de balé, taekwondo, violão, entre outras. Atendemos também adultos com cursos de artesanato, informática e ginástica”, acrescenta Sonia.

Corrêa Neves Júnior, diretor executivo do GCN, diz que é gratificante ver as crianças participando de atividades que dificilmente poderiam fazer fora da instituição. “Não é tão caro, nem é tão difícil, mas faz muita diferença na vida das crianças (todas as atividades). Afinal, sonhar é para todos”, disse Júnior.

Esse ano, a Academia passou por uma reforma patrocinada pela Mazza Empreendimentos Imobiliários. “Tivemos muitas melhorias em 2013. Além da reforma ganhamos muitos voluntários novos. Esse foi um ano muito significativo”, afirma Jacqueline Fernandes, coordenadora na Academia de Artes.

Ao todo serão disponibilizadas 400 vagas em 2014. Os interessados devem fazer inscrição, a partir do dia 15 de janeiro, na Avenida João Batista Paula e Silva, 441. Já quem quiser ser voluntário, pode ligar para (16) 3701-2433.

Para ver o slide com fotos do evento basta clicar aqui.

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Written by GCN Comunicação

20/12/2013 at 11:23

Vencedores do truco já planejam um churrasco para comemoração

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A decisão do Campeonato de Truco do Arraiá da Difusora reuniu experiência e juventude. No final, prevaleceu a habilidade de dois pespontadores que jogam juntos há 11 anos. Elzo José da Silva, 55, e Adalto Pereira Caetano, 44, venceram por 2 a 0 a dupla formada por Wendel Oliveira Tavares, 32, e Júlio César Tavares, 24, na melhor de três quedas – parciais de 15/10 e 15/7.

Para chegar à final, a dupla vencedora deixou para trás outras 57 inscritas no torneio. Como prêmio pelo título, ganharam um bezerro e já sabem o que fazer com ele. “Estamos pensando em vender e fazer um churrasco com muito truco na minha casa”, comemorou Adalto Caetano, que explicou porque prefere utilizar sinais com as mãos como comunicação. “Assim, só meu parceiro sabe quais cartas eu tenho e isso ajuda na estratégia para vencer o jogo.”

Enquanto isso, a dupla vice-campeã preferia usar os tradicionais sinais com os olhos para saber o que o parceiro tinha na mão. É a primeira vez que eles participam do torneio e levaram uma leitoa como prêmio. “Faz seis anos que eu jogo truco e nunca imaginei disputar um torneio. Fiquei feliz em chegar à final”, disse o sapateiro Júlio César.

 

 

 

Written by GCN Comunicação

24/07/2012 at 13:06

Jornal ‘Comércio’ ganha prêmio nacional de jornalismo da CNI

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O jornal Comércio da Franca faturou o Prêmio CNI de Jornalismo por uma reportagem especial de quatro páginas que denunciou a fraude dos exportadores chineses de calçados, que utilizam o Paraguai como entreposto para “maquiar” os sapatos que vendem ao Brasil, alterar o certificado de origem e garantir preços menores no mercado nacional, o que gera concorrência desleal para o calçadista brasileiro.

A matéria do Comércio, produzida pela repórter Priscilla Sales e pelo fotógrafo Marcos Limonti, foi publicada com o título “Paraguai despeja ilegalmente no Brasil 5 milhões de calçados chineses” e venceu a categoria Destaque Regional Sudeste. As outras duas finalistas eram as reportagens “Sertão Grande”, do jornal Estado de Minas, e “Franca, um novo jeito de fazer sapatos”, do canal GloboNews. A premiação aconteceu na noite de quarta-feira, 30, na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em Brasília. No total, 323 trabalhos jornalísticos inscritos de todas as partes do Brasil disputaram o prêmio em 13 modalidades distintas.

A repórter Priscilla Sales e a editora-executiva do Comércio, Eliane Silva, estiveram em Brasília para receber o prêmio. “É o reconhecimento de um trabalho muito árduo, difícil e que precisou de muita dedicação. É muito satisfatório saber que é considerado um dos melhores do Brasil. Agradeço ao Comércio por ter acreditado no meu trabalho e ter me dado as ferramentas para conseguir realizar uma matéria como essa. É um prêmio, literalmente, nosso”, diz Priscilla.

Para a editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal, receber o prêmio CNI de Jornalismo ganha ainda mais importância em função da relevância do júri, composto por nomes de referência do jornalismo. “Estamos muito felizes e orgulhosos. É precioso saber que competimos com veículos de reconhecimento nacional e que nossa reportagem foi avaliada como a melhor, por uma Comissão de Julgamento formada por grandes nomes do jornalismo brasileiro.”

O fotógrafo Marcos Limonti acredita que a premiação é importante não apenas pelo reconhecimento do trabalho da equipe, “mas principalmente pelo alcance que essa denúncia atinge, agora, em nível nacional”.

A FRAUDE
A matéria premiada do Comércio em novembro de 2011 constatou que o Paraguai não tem estrutura, capacidade técnica nem operacional para produzir e exportar calçados. O país tem 500 fábricas de sapatos que, juntas, produzem 5 milhões de pares/ano, o que equivale a apenas 14% da produção das fábricas de Franca, que possui 467 indústrias e uma produção de 35,5 milhões de pares/ano. A produção paraguaia é voltada apenas para abastecer seu próprio mercado interno, especialmente na faixa de produtos de menor qualidade e preço.

Durante quase uma semana no Paraguai, a equipe do Comércio descobriu como funciona o esquema de fraude e triangulação que tem início na China – que envia para o Brasil quase 5 milhões de pares ou partes de sapatos por ano, através do Paraguai, deixando de pagar as taxas de importação impostas pelo governo brasileiro que são aplicadas para tornar a competição com o calçadista brasileiro menos injusta.

Os exportadores chineses têm contato com empresas paraguaias que ajudam a forjar os certificados de origem dos sapatos (documento em que o fabricante atesta a origem do produto e que é utilizado como base para a incidência da sobretaxa). Calçados prontos ou em fase de acabamento são importados pelo Paraguai, com baixos impostos. Chegam em contêineres lacrados, são desembarcados em portos particulares e levados para galpões de importadoras. No Paraguai, os sapatos recebem novo certificado de origem e uma etiqueta informando que foram produzidos no país. De lá, novamente exportados para outros locais, como Brasil, sem pagar a sobretaxa que seria aplicada aos produtos chineses.

Clique aqui para rever a matéria completa.

 

 

 

Written by GCN Comunicação

01/06/2012 at 13:11